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Frenéticos, Sem foco????

Por Luciana Godoi

Li uma entrevista, do sociólogo polonês chamado Zigmunt Bauman na revista “Mente e Cérebro”, professor emérito das universidades de Leeds e Varsóvia, cujas teses, pensamentos, argumentos, sobre relações humanas já fazem parte de textos acadêmicos de diversas áreas das ciências humanas, as quais que me chamaram a atenção.

Em alguns trechos ele diz: “Fomos condicionados a ser intolerantes a todo desconforto e inconveniência em qualquer área da vida ou tarefa que exija determinação, força de vontade, esforço árduo e prontidão para a privação pessoal. Aceitamos informações do tipo imediatas ou estamos dispostos a aprender apenas por meio do entretenimento”.

Pergunto-me: Será que essa ansiedade, esse ritmo frenético que nos condicionamos levamos para nossas ações cotidianas? A determinação, a força de vontade, esforço árduo, prontidão e privação pessoal só ficam nas palavras….

Outro trecho:

“Estresse e depressão decorrem da experiência generalizada de infelicidade e desesperança, o que nos relembra da comprovada ineficácia de nossas ações”.

Pergunto-me outra vez: Se sentimos deprimidos por causa disto, onde estamos colocando nossa felicidade e nossa esperança?

Ultimo de Bauman:

“Lojas vendem alívio de curto prazo, substitutos das satisfações que buscamos e precisamos, como viagens que oferecem fugas e descanso momentâneo… No entanto, por mais que nos aventuremos pelo mundo das compras ou façamos viagens exóticas, aquilo que procuramos continuará ausente”.

Ousarei parafraseá-lo: Podemos sair, viajar, badalar, comprar, comer, se esbaldar, o que não é errado. Porém, sem priorizar, ou seja, focar o caminho de Jesus Cristo, tudo estará no completo vazio.

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