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Estudo 12 – Uma jornada com Jesus: Evangelho de Lucas

O amor pelos perdidos (3ª parte) Lucas 15.25-32

Introdução

Na ultima semana seguimos nossa conversa em torno do capitulo 15 do evangelho de Lucas onde Jesus compartilha conosco algumas parábolas, ajudando-nos a compreender a dimensão do amor de Deus pelos perdidos.

Passando pelas parábolas da ovelha perdida e da moeda perdida, chegamos então à parábola do filho perdido (também chamada de parábola do filho pródigo – esbanjador).

É certo que a ovelha perdeu-se por falta de senso de direção e a moeda foi perdida por falta de cuidado, mas o filho perdeu-se por obstinação. Queria fazer as coisas do seu jeito e por isso rebelou-se.

Contudo, ao perceber o erro que havia cometido aquele filho se arrependeu, voltou pra casa e foi recebido pelo pai que não apenas o perdoou como também revelou a dimensão do seu amor para com ele.

É neste ínterim que nos deparamos com o segundo momento desta grande história.

O irmão mais velho (Lucas 15.25-27)

O filho mais velho, via de regra, é organizado, empreendedor, responsável, etc.

Sem sombra de dúvida o filho da parábola seguia essa mesma linha visto que havia ficado em casa trabalhando e auxiliando o pai (v.25). Ele não havia trazido vergonha ao pai, pois não o abandonara e nem saíra por aí esbanjando dinheiro.

Mas, se ao longo da história o filho mais novo representava os publicanos e pecadores, a quem é que o filho mais velho representava? (Lucas 15.1-2)

A ira aparentemente justa (Lucas 15.28-30)

Ao saber que o irmão mais novo estava de volta o mais velho encheu-se de ira: Como o pai o recebera de volta?

O irmão mais velho era um cara exemplar e nunca obtivera “reconhecimento”. Ele sempre levou as coisas a sério, mas o pai nunca lhe deu um cabrito para comemorar com os amigos.

Em sua opinião por que o filho mais velho obedecia ao pai? (Lucas 15.29b)

Por que obedecemos a Deus?

Segundo o próprio Jesus como deve ser esta obediência? (João 14.15)

O perdido que nunca saiu de casa (Lucas 15.28)

O pai teve que sair para buscar os dois filhos, em ambos os casos ele teve de sair para convida-los a entrar.

A barreira entre o filho mais novo e o pai foi a rebeldia, mas a barreira entre o filho mais velho e o pai foi o orgulho.

As barreiras eram diferentes, mas ambos estavam separados do pai e consequentemente perdidos.

Você acredita que algumas vezes somos como o irmão mais velho? Por quê? (Tiago 4.6)

O amor do Pai (Lucas 15.31-32)

O pai poderia ter repreendido ou tomado alguma atitude mais drástica diante da postura do filho mais velho. Contudo, mais uma vez ele mostrou o seu imenso amor, mostrando-lhe que:

  • Ao invés de ser consumido pelo orgulho e arrogância, ele poderia desfrutar de tudo o que o Pai possuía;
  • Ele também deveria se alegrar com o Pai, visto que um filho morto voltara à vida!

Como podemos aplicar em nossa vida e jornada o que vimos em Lucas 15?

É essencial gravar…

Deus está em missão! Ele está em busca daquele que anda longe e distante dele:

• Como um pastor que perdeu a sua ovelha, ele esta buscando o perdido;
• Como uma mulher que varre a casa toda para encontrar uma moeda, Deus está colocando o mundo de pernas para o ar para encontra-lo;
• Como um pai que ama os seus filhos ele está de portas abertas para que entremos e desfrutemos do banquete que ele preparou.

Arquivo em PDF- Clique ao lado para baixar: Estudo 12_Lucas 15.25-32 (1)

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