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Estudo 11 – Uma jornada com Jesus: Evangelho de Lucas

Estudo 11 – O amor pelos perdidos (2ª parte) Lucas 15.11-32

Introdução

Em nosso ultimo encontro começamos a estudar o capitulo 15 do evangelho de Lucas, onde pudemos perceber que Jesus não somente atraía pecadores, mas estava sempre entre eles e também os amava.

Embora os religiosos o condenassem por tal atitude, o mestre deixou bem claro o caráter da sua missão:

Lucas 19.10 – “Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido”.

Assim, na primeira parte do capitulo Jesus compartilhou conosco duas parábolas preciosas:

A parábola da ovelha perdida e a parábola da moeda perdida.

Em ambas pudemos perceber a dimensão do amor de Deus por aquele que está perdido.

Agora, vamos nos deparar com uma terceira parábola, a qual tem um final surpreendente.

Um filho perdido (Lucas 15.11-16)

Na história contada por Jesus o filho mais novo pediu a sua herança de imediato, o que era um sinal de profundo desrespeito. Contudo, o pai o atendeu.

O fato é que o filho mais novo sonhava em desfrutar sua liberdade longe da família.

Se a ovelha perdeu-se por falta de senso de direção e a moeda foi perdida por falta de cuidado, o filho perdeu-se por obstinação. Queria fazer as coisas do seu jeito e por isso rebelou-se.

Em sua opinião, por que as pessoas se perdem?

O problema é que o dinheiro acabou e chegou miséria a qual o levou a trabalhar cuidando de porcos.

O poço em que caiu foi tão profundo que nem aquilo que os porcos comiam ela podia comer. Em outras palavras, ele chegou à mesma condição de um escravo.

Há alguma semelhança entre a miséria daquele filho e a miséria causada pelo pecado? (João 8.34)

Um filho perdido (Lucas 15.17-20a)

Houve, porém um momento em que ele caiu em si, retomou consciência dos fatos, recobrou a percepção e viu que estava no fundo do poço. Por isso tomou uma atitude!

Qual é a primeira atitude a ser tomada diante do pecado? (Lucas 15.18)

Compaixão para com o perdido (Lucas 15.20b-)

O rapaz voltou cabisbaixo, com um discurso pronto na ponta da língua: eu não sou digno de ser chamado seu filho!

Entretanto, ao retornar para casa ele se deparou com uma surpresa: ao invés de condenar o pai se compadeceu da sua miséria.

Tudo que aquele filho buscou e procurou fora, estava na realidade dentro da sua própria casa: amor, alegria e segurança.

No seu entendimento, há alguma relação entre o amor deste pai para com o seu filho e amor de Deus para com o pecador arrependido?

Uma nova chance (Lucas 15.21-24)

O pai mandou que trouxessem a melhor roupa, um anel e calçado (v.22): A melhor roupa da casa seria a roupa do próprio pai, ou seja, ele estava sendo restaurado à família (sinal de honra). O anel revelava o sinal de filiação (autoridade), enquanto que o calçado (diferencia o filho do escravo) revelava que ele não era um escravo, mas voltara à condição de filho!

Não importava o que aquele filho havia feito, o pai estava lhe recebendo e dando uma nova chance de recomeçar a sua vida.

Por meio de Jesus, Deus também costuma dar uma nova chance aos perdidos? Por que ele faz isso?

É essencial recordar…

Na casa do pai tem graça de sobra!
Jesus já pagou pelo preço dos nossos erros na cruz, logo podemos ser aceitos e amados por Deus!

Arquivo em PDF- Clique ao lado para baixar: Estudo 11_Lucas 15.11-32

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